Desejo primeiro que você ame,
E que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E que esquecendo, não guarde mágoa.
Desejo também que tenha amigos,
Que mesmo maus e inconseqüentes,
Sejam corajosos e fiéis,
E que pelo menos num deles
Você possa confiar sem duvidar.
E porque a vida é assim,
Desejo ainda que você tenha inimigos.
Nem muitos, nem poucos,
Mas na medida exata para que, algumas vezes,
Você se interpele a respeito de suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,
Para que você não se sinta demasiado seguro.
Desejo ainda que você seja tolerante,
Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,
Mas com os que erram muito e irremediavelmente,
E que fazendo bom uso dessa tolerância,
Você sirva de exemplo aos outros.
Desejo que você, sendo jovem,
Não amadureça depressa demais,
E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer
E que sendo velho, não se dedique ao desespero.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e
É preciso deixar que eles escorram por entre nós.
Desejo por sinal que você seja triste,
Não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra que o riso diário é bom,
O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.
Desejo que você descubra, com o máximo de urgência,
Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,
Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.
Desejo também que você plante uma semente,
Por mais minúscula que seja,
E acompanhe o seu crescimento,
Para que você saiba de quantas muitas vidas
É feita uma árvore.
Desejo sim, que você tenha dinheiro,
Porque é preciso ser prático.
E que pelo menos uma vez por ano
Coloque um pouco dele
Na sua frente e diga `Isso é meu`,
Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.
Desejo por fim que você sendo homem,
Tenha uma boa mulher,
E que sendo mulher, tenha um bom homem
E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,
E quando estiverem exaustos e sorridentes,
Ainda haja amor para recomeçar.
E se tudo isso acontecer,
Não tenho mais nada a te desejar.
Victor Hugo
Sabe aquela caixa de velharias que a gente guarda no armário? Essa é a minha versão eletrônica disto. Retalhos da minha vida se reúnem aqui.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
QUASE
Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém,preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
(Autoria atribuída a Luís Fernando Veríssimo, mas que ele mesmo diz ser de Sarah Westphal Batista da Silva, em sua coluna do dia 31 de março de 2005 do jornal O Globo)
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém,preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
(Autoria atribuída a Luís Fernando Veríssimo, mas que ele mesmo diz ser de Sarah Westphal Batista da Silva, em sua coluna do dia 31 de março de 2005 do jornal O Globo)
quarta-feira, 24 de março de 2010
Ram Navami
Texto extraído do livro “Hindu Fasts & Festivals” de Sri Swami Sivananda.
Om Sri Ram Jaya Ram Jaya Jaya Ram
Ramnavami ou o aniversário do Senhor Rama cai no 9º dia da quinzena luminosa do mês de Chaitra (Março-Abril).
Rama era Ele próprio o Senhor Hari, encarnado na Terra para a destruição de Ravana. Ele era perfeito, bonito e dotado de marcas reais. Sua glória e destreza eram ilimitadas. Ele era inigualável na Terra. Ele era livre de malícia. Ele era cavalheiro. Ele era o protetor de toda Sua gente. Ele sempre se dirigiu a eles com palavras gentis. Ele nunca usou nenhuma palavra áspera nem mesmo quando alguém O provocou. Ele manteve o controle sobre todo o mundo.
Deixe o Senhor Rama ser seu ideal. Os ideais são relembrados e adorados pelo próposito de adotá-los em sua própria vida. A celebração do Ramnavami ou Vasanta Navaratri todo ano é um período oportuno para que nós nos saturemos com o espírito do Senhor Rama. Nós amamos e adoramos nossos ideais pois nós expressamos por meio disto nossa aspiração em nos unirmos a eles. Em nossa adoração a Deus está subentendido que nós deveriamos ser virtuosos, bondosos e perfeitos assim como Deus é. Por isso a sábia instrução: “Um deveria se tornar divino a fim de ser capaz de adorar Deus”. A pessoa não pode ser um adorador verdadeiro do Senhor Rama a não ser que faça um esforço honesto para crescer nas virtudes que o Senhor representa. Por outro lado, a adoração do Senhor Rama é em si mesma a maneira mais certa de desenvolver tais virtudes.
Aquele que se aproxima do Senhor Rama com amor e devoção se torna um de grande coração, puro em espírito, de boa natureza e imparcial em pensamento, palavra e ação. O verdadeiro devoto do Senhor Rama é Seu representante, com Seu poder e Seu conhecimento.
O Senhor Rama foi o melhor dos homens com um legítimo caráter. Ele era a própria imagem do amor. Ele era um filho ideal, um irmão ideal, um marido ideal, um amigo ideal e um rei ideal. Ele pode ser pego para personificar todos os mais altos ideais do homem. Ele levou uma vida ideal de chefe de família para ensinar os princípios da conduta correta para a humanidade. Ele governou Seu povo tão bem que veio a ser conhecido como Ram-Rajya, que significa a regra da conduta correta, a regra que provém felicidade e prosperidade a todos.
A lição mais nobre encorporada no Ramayana é a suprema importância da conduda correta na vida de todo ser humano. A conduta correta é a fagulha espiritual da vida. O cultivo da conduta correta é o desdobramento da divindade latente no homem. A gloriosa encarnação do Ser Supremo na forma do Senhor Rama exemplificou o caminho da conduta correta.
Ninguém além do correto pode ser verdadeiramente feliz. Não se pode ser dito que ninguém vive valendo a pena além daquele que tem o senso correto de responsabilidade e a vontade para sua implementação. Um deve ser impregado com uma convicção definitiva sobre a supremacia dos princípios morais, valores éticos e ideais espirituais. Estes deveriam guiar as ações do dia a dia e servir de meios poderosos para o desenvolvimento da personalidade humana. Este é o propósito da vida. Este é o caminho para a Auto-realização. Esta é a mensagem e a missão da vida do Senhor Rama na Terra.
O Ramnavami é um dos mais importantes festivais da seita Hindu dos Vaishnava. Entretanto, mesmo aqueles que adoram o Senhor Shiva celebram a ocasião. Alguns obsevam um jejum rigoroso durante este dia. Os templos são decorados e a imagem do Senhor Rama é magnificamente adornada. O sagrado Ramayana é lido nos templos. Em Ayodhya, cidade natal de Sri Rama, uma grande feira acontece neste dia.
No sul da India o Sri Ramnavami Utsavam é celebrado por nove dias com fervor e devoção. Aqueles com talento na arte de contar histórias narram os emocionantes episódios do Ramayana. Os cantores de Kirtan cantam o sagrado Nome de Rama e celebram o casamento de Rama e Sita neste dia. É uma cerimônia extremamente colorida, altamente inspiradora e educativa, também.
No Sivananda Ashram, Rishkesh, o Ramnavami é celebrado por nove dias como se segue:
1.Os buscadores espirituais fazem o máximo de Japa possível. Os Mantras Sagrados Om Sri Ramaya Namah ou Sri Ram Jaya Ram Jaya Jaya Ram são cantados.
2.Os devotos lêem o Ramayana inteiro, tanto a versão em Sanskrito do Sábio Valmiki ou a versão Hindi do Santo Tulsidas, durante esses nove dias.
Aqueles que não podem recitar o épico todo podem ler este único verso que contém em sua essência a história do Ramayana: “Outrora, Sri Rama foi para as florestas, onde Rishis fizeram penitências, e mataram o veado ilusório. Sita foi capturada e Jatayu foi assassinado. Rama encontrou Sugriva, matou Vali e atravessou o oceano. A cidade de Lanka foi queimada por Hanuman. Os demônios, Ravana e Kumbhakarna, foram então mortos." Assim é recitado o sagrado Ramayana”.
1.Os devotos cumprimentam um ao outro com “Sri Ram” ou “Jaya-Ram-Ji-Ki”.
2.Aqueles que adoram o Senhor Rama como sua Deidade favorida observam o jejum, consumindo apenas leite e frutas durante os nove dias. Alguns jejuam apenas no dia do Ramnavami.
3.No dia final ou dia do Ramnavami, há uma grandiosa adoração ao Senhor Rama no maravilhoso templo decorado. Todos os rituais védicos incluindo o Laksharchana são realizados.
4.Um havan também é realizado.
5.Das quatro da manhã até tarde da noite, há Ram e apenas Ram em toda parte!
6.Panfletos, livretos e livros relacionados ao Senhor Rama são distribuídos.
7.Reuniões especiais acontecem ao anoitecer nas quais discursos sobre a vida e os ensinamentos do Senhor são feitos.
8.Buscadores sinceros tomam decisões para acelerar seu progresso espiritual.
Oh adoráveis buscadores! O tempo está correndo. Saibam o valor do tempo. O tempo é muito precioso. Utilize cada segundo proveitosamente. Não adie. Abandone toda conversa inútil. Esqueça o passado. Viva cada momento de sua vida para a realização do ideal e da meta divina. Desdobre suas faculdades latentes. Cresça, evolua e torne-se um super-humano ou um Yogui dinâmico. Esforce-se fortemente e alcançe a meta da vida.
Que você obtenha a beatitude final da vida através da devoção intensa ao Senhor Rama! Que você viva mergulhado no êxtase do amor divino! Que Sri Rama que é efulgente como um milhão de sóis e que é adorado pelos deuses e devotos, proteja todos vocês! Que as bençãos do Senhor Rama estejam sobre todos vocês!
Om Sri Ram Jaya Ram Jaya Jaya Ram
Ramnavami ou o aniversário do Senhor Rama cai no 9º dia da quinzena luminosa do mês de Chaitra (Março-Abril).
Deixe o Senhor Rama ser seu ideal. Os ideais são relembrados e adorados pelo próposito de adotá-los em sua própria vida. A celebração do Ramnavami ou Vasanta Navaratri todo ano é um período oportuno para que nós nos saturemos com o espírito do Senhor Rama. Nós amamos e adoramos nossos ideais pois nós expressamos por meio disto nossa aspiração em nos unirmos a eles. Em nossa adoração a Deus está subentendido que nós deveriamos ser virtuosos, bondosos e perfeitos assim como Deus é. Por isso a sábia instrução: “Um deveria se tornar divino a fim de ser capaz de adorar Deus”. A pessoa não pode ser um adorador verdadeiro do Senhor Rama a não ser que faça um esforço honesto para crescer nas virtudes que o Senhor representa. Por outro lado, a adoração do Senhor Rama é em si mesma a maneira mais certa de desenvolver tais virtudes.
Aquele que se aproxima do Senhor Rama com amor e devoção se torna um de grande coração, puro em espírito, de boa natureza e imparcial em pensamento, palavra e ação. O verdadeiro devoto do Senhor Rama é Seu representante, com Seu poder e Seu conhecimento.
O Senhor Rama foi o melhor dos homens com um legítimo caráter. Ele era a própria imagem do amor. Ele era um filho ideal, um irmão ideal, um marido ideal, um amigo ideal e um rei ideal. Ele pode ser pego para personificar todos os mais altos ideais do homem. Ele levou uma vida ideal de chefe de família para ensinar os princípios da conduta correta para a humanidade. Ele governou Seu povo tão bem que veio a ser conhecido como Ram-Rajya, que significa a regra da conduta correta, a regra que provém felicidade e prosperidade a todos.
A lição mais nobre encorporada no Ramayana é a suprema importância da conduda correta na vida de todo ser humano. A conduta correta é a fagulha espiritual da vida. O cultivo da conduta correta é o desdobramento da divindade latente no homem. A gloriosa encarnação do Ser Supremo na forma do Senhor Rama exemplificou o caminho da conduta correta.
Ninguém além do correto pode ser verdadeiramente feliz. Não se pode ser dito que ninguém vive valendo a pena além daquele que tem o senso correto de responsabilidade e a vontade para sua implementação. Um deve ser impregado com uma convicção definitiva sobre a supremacia dos princípios morais, valores éticos e ideais espirituais. Estes deveriam guiar as ações do dia a dia e servir de meios poderosos para o desenvolvimento da personalidade humana. Este é o propósito da vida. Este é o caminho para a Auto-realização. Esta é a mensagem e a missão da vida do Senhor Rama na Terra.
O Ramnavami é um dos mais importantes festivais da seita Hindu dos Vaishnava. Entretanto, mesmo aqueles que adoram o Senhor Shiva celebram a ocasião. Alguns obsevam um jejum rigoroso durante este dia. Os templos são decorados e a imagem do Senhor Rama é magnificamente adornada. O sagrado Ramayana é lido nos templos. Em Ayodhya, cidade natal de Sri Rama, uma grande feira acontece neste dia.
No sul da India o Sri Ramnavami Utsavam é celebrado por nove dias com fervor e devoção. Aqueles com talento na arte de contar histórias narram os emocionantes episódios do Ramayana. Os cantores de Kirtan cantam o sagrado Nome de Rama e celebram o casamento de Rama e Sita neste dia. É uma cerimônia extremamente colorida, altamente inspiradora e educativa, também.
No Sivananda Ashram, Rishkesh, o Ramnavami é celebrado por nove dias como se segue:
1.Os buscadores espirituais fazem o máximo de Japa possível. Os Mantras Sagrados Om Sri Ramaya Namah ou Sri Ram Jaya Ram Jaya Jaya Ram são cantados.
2.Os devotos lêem o Ramayana inteiro, tanto a versão em Sanskrito do Sábio Valmiki ou a versão Hindi do Santo Tulsidas, durante esses nove dias.
Aqueles que não podem recitar o épico todo podem ler este único verso que contém em sua essência a história do Ramayana: “Outrora, Sri Rama foi para as florestas, onde Rishis fizeram penitências, e mataram o veado ilusório. Sita foi capturada e Jatayu foi assassinado. Rama encontrou Sugriva, matou Vali e atravessou o oceano. A cidade de Lanka foi queimada por Hanuman. Os demônios, Ravana e Kumbhakarna, foram então mortos." Assim é recitado o sagrado Ramayana”.
1.Os devotos cumprimentam um ao outro com “Sri Ram” ou “Jaya-Ram-Ji-Ki”.
2.Aqueles que adoram o Senhor Rama como sua Deidade favorida observam o jejum, consumindo apenas leite e frutas durante os nove dias. Alguns jejuam apenas no dia do Ramnavami.
3.No dia final ou dia do Ramnavami, há uma grandiosa adoração ao Senhor Rama no maravilhoso templo decorado. Todos os rituais védicos incluindo o Laksharchana são realizados.
4.Um havan também é realizado.
5.Das quatro da manhã até tarde da noite, há Ram e apenas Ram em toda parte!
6.Panfletos, livretos e livros relacionados ao Senhor Rama são distribuídos.
7.Reuniões especiais acontecem ao anoitecer nas quais discursos sobre a vida e os ensinamentos do Senhor são feitos.
8.Buscadores sinceros tomam decisões para acelerar seu progresso espiritual.
Oh adoráveis buscadores! O tempo está correndo. Saibam o valor do tempo. O tempo é muito precioso. Utilize cada segundo proveitosamente. Não adie. Abandone toda conversa inútil. Esqueça o passado. Viva cada momento de sua vida para a realização do ideal e da meta divina. Desdobre suas faculdades latentes. Cresça, evolua e torne-se um super-humano ou um Yogui dinâmico. Esforce-se fortemente e alcançe a meta da vida.
Que você obtenha a beatitude final da vida através da devoção intensa ao Senhor Rama! Que você viva mergulhado no êxtase do amor divino! Que Sri Rama que é efulgente como um milhão de sóis e que é adorado pelos deuses e devotos, proteja todos vocês! Que as bençãos do Senhor Rama estejam sobre todos vocês!
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Siglas padrão IATA
Recebi o link do meu amigo Yuri.
| Sigla | Destino |
| ABZ | Aberdeen |
| AGP | Málaga |
| AJU | Aracajú |
| ALP | Aleppo |
| AMM | Amman |
| AMS | Amsterdan |
| ASU | Assunção |
| ATH | Atenas |
| ATL | Atlanta |
| AUH | Abu Dhabi |
| BAH | Bahrain |
| BAU | Bauru |
| BCN | Barcelona |
| BEG | Belgrado |
| BEL | Belém |
| BEY | Beirute |
| BHZ | Belo Horizonte |
| BIO | Bilbao |
| BJS | Pequim |
| BKK | Bangkok |
| BLZ | Blantyre |
| BOD | Bordeaux |
| BOG | Bogotá |
| BOM | Mumbai |
| BOS | Boston |
| BPS | Porto Seguro |
| BRE | Bremen |
| BRU | Bruxelas |
| BSB | Brasília |
| BSL | Basel |
| BUD | Budapeste |
| BUH | Bucharest |
| BVB | Boa Vista |
| CAI | Cairo |
| CAS | Casablanca |
| CAU | Caruaru |
| CBB | Cochabamba |
| CCS | Caracas |
| CDG | Paris |
| CGB | Cuiabá |
| CGH | São Paulo (Congonhas) |
| CGN | Cologne |
| CGR | Campo Grande |
| CLV | Caldas Novas |
| CNF | Belo Horizonte (Cofins) |
| CPH | Copenhagen |
| CPQ | Campinas |
| CPV | Campina Grande |
| CUN | Cancún |
| CWB | Curitiba |
| DAM | Damascus |
| DEL | Delhi |
| DOH | Doha |
| DPS | Denpasar Bali |
| DUB | Dublin |
| DUS | Dusseldorf |
| DXB | Dubai |
| EDI | Edinburgh |
| FAO | Faro |
| FEN | Fernando de Noronha |
| FLN | Florianópolis |
| FOR | Fortaleza |
| FRA | Frankfurt |
| GIB | Gibraltas |
| GIG | Rio de Janeiro (Galeão) |
| GLA | Glasgow |
| GOA | Gênova |
| GRU | São Paulo (Guarulhos) |
| GVA | Genebra |
| GYN | Goiânia |
| HAJ | Hanover |
| HAM | Hamburgo |
| HEL | Helsinki |
| HGK | Hong Kong |
| IEV | Kiev |
| IGU | Foz do Iguaçu |
| IOS | Ilhéus |
| IST | Istambul |
| JDO | Juazeiro do Norte |
| JED | Jeddah |
| JIB | Djibouti |
| JKT | Jakarta |
| JNB | Johannesburg |
| JOI | Joinville |
| JPA | João Pessoa |
| KUL | Kuala Lumpur |
| KWI | Kuwait |
| LAX | Los Angeles |
| LCA | Larnaca |
| LDB | Londrina |
| LED | St. Petersburg |
| LIM | Lima |
| LIS | Lisboa |
| LON | Londres |
| LPB | La Paz |
| LUX | Luxemburgo |
| LYS | Lyon |
| MAD | Madrid |
| MAN | Manchester |
| MAO | Manaus |
| MCP | Macapá |
| MCT | Muscat |
| MCZ | Maceió |
| MGF | Maringá |
| MIA | Miami |
| MIL | Milão |
| MLA | Malta |
| MNL | Manila |
| MOW | Moscou |
| MOC | Montes Claros |
| MUC | Munique |
| MVF | Mossoró |
| MXP | Milão |
| NAP | Nápoles |
| NAT | Natal |
| NCE | Nice |
| NCL | Newcastle |
| NGO | Nagoya |
| NVT | Navegantes |
| OPO | Porto |
| OSA | Osaka |
| OSL | Oslo |
| PAR | Paris |
| PAV | Paulo Afonso |
| PEK | Pequim |
| PLU | Belo Horizonte (Pampulha) |
| PNZ | Petrolina |
| POA | Porto Alegre |
| PRG | Praga |
| PSA | Pisa |
| PVH | Porto Velho |
| RAO | Ribeirão Preto |
| REC | Recife |
| RIO | Rio de Janeiro |
| RIX | Riga |
| ROM | Roma |
| RUH | Riyadh |
| SAO | São Paulo |
| SCL | Santiago |
| SDU | Rio de Janeiro (Santos Dumont) |
| SEL | Seoul |
| SHA | Shanghai |
| SIN | Cingapura |
| SJK | São José dos Campos |
| SJP | São José do Rio Preto |
| SLZ | São Luíz |
| SRZ | St. Cruz de La Sierra |
| SSA | Salvador |
| STO | Estocolmo |
| STR | Stuttgart |
| THE | Teresina |
| THR | Tehran |
| TLV | Tel Aviv |
| TPE | Taipei |
| TUN | Tunis |
| TXL | Berlin |
| TYO | Tokyo |
| UDI | Uberlândia |
| VCE | Veneza |
| VIE | Vienna |
| VIX | Vitória |
| WAW | Varsóvia |
| YVR | Vancouver |
| YYZ | Toronto |
sábado, 26 de dezembro de 2009
One year later....
Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio.
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.
Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que aquele que eu amo seja pra sempre amado
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.
Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a alguém inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.
Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Por que metade de mim é o que penso
Mas a outra metede é um vulcão
Que o medo da solidão se afaste
E que o convivio comigo mesmo se torne ao menos suportável.
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
Mas a outra metade eu não sei.
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é a platéia
A outra metade é a canção.
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.
Oswaldo Montenegro
Não me impeça de ver o que anseio.
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.
Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que aquele que eu amo seja pra sempre amado
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.
Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a alguém inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.
Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Por que metade de mim é o que penso
Mas a outra metede é um vulcão
Que o medo da solidão se afaste
E que o convivio comigo mesmo se torne ao menos suportável.
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
Mas a outra metade eu não sei.
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é a platéia
A outra metade é a canção.
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.
Oswaldo Montenegro
sábado, 13 de dezembro de 2008
Diálogo com Julia sobre o Natal
Júlia: Amanda, você sabe de quem o Natal é o dia?
Amanda: Meu!
Júlia: Não, Amanda, é o dia do aniversário de Jesus!!!
Eu: E o que você quer dar de presente para Jesus?
Júlia: Hummm...uma cortina!
Amanda: Uma cortina? Pra quê?
Julia: Pra ele colocar na janela, ora! Pra que que servem as cortinas?
Vó: Mas qual janela?
Julia: Na janela do céu!
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Diwali, o festival das luzes

Diwali
O Diwali (também transcrito do Deepavali ou Deepawali) é uma festa religiosa hindú conhecida também como o festival das luzes. Durante o Diwali, celebrado uma vez ao ano, as pessoas estreiam roupas novas, dividem doces e estouram fogos de artifício. Esse festival celebra o assassinato do malvado Narakasura, o que converte o Diwali num evento religioso que simboliza a destruição das forças do mal.
Diwali é uma celebração de luzes. É uma ocasião para comemorar a vitória do bem contra o mal e da luz sobre a escuridão.
Diwali, o “festival das luzes” é o festival mais importante para os hindus ao redor do globo. As lendas atrás do festival são tão variadas, quanto a maneira de sua celebração. O significaso mais comum a todos eles é o tema do triunfo do bem sobre o mal. Em áreas rurais, Diwali significa Festival das Colheitas. Toda colheita normalmente significa "prosperidade". Os fazendeiros celebraram com alegria e ofereceram elogios a Deus por lhes conceder uma colheita boa. Com o tempo, foram vinculados numerosos incidentes históricos e várias lendas são atribuídas a este festival.
Lenda principal - A História de Rama e Sita:
Deus Rama era um grande guerreiro, o Rei que foi exilado por Dashratha, seu próprio pai devido a insistência de sua esposa. Junto com o Rei de Ayodhya, foram ao exílio sua esposa Sita e seu irmão Lakshman. No exílio Deus Rama destruiu seu inimigo o demônio Ravana de Lanka que era uma grande Autoridade altamente inteligente e conhecedora da literatura sagrada, mas dominado pelo mal. Após esta vitória do Bem contra o Mal, Rama voltou ao seu reino Ayodhya depois de de 14 anos no exílio. Em Ayodhya, as pessoas ofereceram boas-vindas iluminando filas de abajures e lamparinas de barro. Portanto , é uma ocasião em honra celebrando a vitória de Rama sobre Ravana; da vitória da verdade contra a falsidade.
A lenda da Deusa Lakshmi: Neste dia, a Mãe Lakshmi que representa a riqueza e prosperidade emergiu do oceano de leite chamado de Ksheer Sagar. Tem-se como verdade que durante a noite a Deusa visitará a casa e abençoará com a boa fortuna. Por isso na noite de Diwali a Deusa Lakshmi é venerada e para oferecer boas vindas a ela todas as ruas, entradas e as casas são ilumunadas com lamparinas de óleo. A fabricação e distribuição de vários doces e delicias vegetarianas é o menu do dia.
Mas a festa além de ter uma forte conotação material também tem um importante significado espiritual. As iluminações do Diwali com diyas (lamparinas) iluminam e trazem brilho sobrenatural carregado de alegria, com intuito e esperança de encontrar a luz na escuridão, alcançando conhecimento onde há ignorância, e espalhar amor entre o ódio. Diwali também é conhecido como o Festival das Luzes. Luz é importante para o Hinduísmo, porque significa consciência e bondade. Antigamente usavam-se as lamparinas de barro mas hoje todos os tipos de emissores de luz são usados, como velas de várias cores e formas, luzes elétricas etc. As quantidades de luzes podem ser comparadas com iluminação do natal no mundo ocidental.
Diwali tem muitas lendas. A iluminação, luzes e diyas significam a expulsão da escuridão e ignorânacia, como também o despertar da luz dentro de nós mesmos. É uma festa da família com muita comida, celebração e veneração. A Deusa Laxmi tem um papel primordial neste festival. O festival ocorre no outono. É celebrado durante cinco dias contínuos dentro os quais cada dia possui sua próprio significado. Diwali é um festival de alegria, esplendor, brilho e felicidade. É o festival das luzes, celebrado no mundo inteiro com grande entusiasmo por todos os indianos. A singularidade deste festival é sua harmonia de cinco idéias diferentes:
O primeiro dia de Diwali
Dhanteras O primeiro dia de Diwali também é chamado Dhanvantari Trayodasi ou Dhanteras. É na realidade o décimo terceiro dia lunar de Krishna Paksh, a quinzena escura do mês de Kartik do calendário lunar indiano. Neste dia, Deus Dhanwantari (Deus da vida e medicina) saiu do oceano com o Ayurveda (o conhecimento da vida) para o ser-humano. Este dia marca o começo das celebrações do Diwali. Neste dia ao pôr-do-sol, os hindus após tomarem banho devem oferecer um deeya (lamparina) iluminado com Prasad (oferenda - doces) para Yama Raj, o Deus da Morte e rezar para evitar a morte intempestiva. Este oferecimento deveria ser feito perto de uma árvore de Tulsi, o Manjericão Santo ou qualquer outra árvore sagrada que normalmente os indinanos tem no jardim ou perto.
O segundo dia de Diwali
Choti (pequeno) Diwali O segundo dia de Diwali é chamado Narak Chaturdasi. Neste dia Deus Krishna destruiu o demônio Narakasur e fez o mundo livrar-se do medo. Neste dia a pessoa deve massagear o corpo com óleo para aliviar fadiga e tensões, tomar banho e descansar de forma que Diwali pode ser celebarada com muito vigor, entusiasmo e devoção.
O terceiro dia de Diwali
Lakshmi Puja (veneração da deusa da riquezas e fortuna) Este é o dia mais importante, quando a Deusa Lakshmi é adorada. Os hindus se banham, vestem as melhores roupas e se unem com os familiares. O Pandit (sacerdote) conduz e orienta a adoração da Deusa divina Lakshmi para receber as bençãos de riqueza e prosperidade, o triunfo do bem contra o mal e da luz sobre a escuridão.
O quarto dia de Diwali
Padwa e Govardhan Puja Neste dia, é executado Govardhan Puja (adoração da montanha Govardhan). Milhares de anos atrás, Deus Krishna pediu às pessoas do vilarejo de Vraja ( hoje Vrindavan) fazerem a veneração da montanha Govardhan em respeito ao reino mineral. A montanha oferecia muitas plantas medicinais, árvores, proteção contra ventos, alimento para os animais, etc. Existe uma outra lenda que diz; Certa vez devido a fúria de Indra (deus da chuva) ocorreu um dilúvio. Deus Krishna aconselhou as pessoas da cidade a se protegerem embaixo da montanha Goverdhan erguida por apenas um dedo do Deus Krishna salvando a vida de todos do vilarejo. A partir deste momento, todos hindus rezam neste dia do ano para a montanha Govardhan.
O quinto dia de Diwali
Bhai Duj (dia dos irmãos) O quinto dia do Diwali é chamado Bhai Duj. Normalmente dois dias depois do Diwali é um dia dedicado a irmãs. Muito tempo atrás, na era Védica, O Yama (Yamraj, o Deus de morte) visitou sua irmã Yamuna. Neste dia ofereceu a ela um Vardan (um benefício) no qual consistia em que aquele que a visitar a irmã neste dia será liberado de todos os pecados alcançando o Moksha ou emancipação final. Desde então, irmãos visitam as irmãs e preocupam-se com o bem-estar delas, trazem presentes etc em contrapartida as irmãs rezam almejando sucesso e segurança para o irmão.
Este dia marca o fim dos cinco dias de celebrações do Diwali.
O Diwali (também transcrito do Deepavali ou Deepawali) é uma festa religiosa hindú conhecida também como o festival das luzes. Durante o Diwali, celebrado uma vez ao ano, as pessoas estreiam roupas novas, dividem doces e estouram fogos de artifício. Esse festival celebra o assassinato do malvado Narakasura, o que converte o Diwali num evento religioso que simboliza a destruição das forças do mal.
Diwali é uma celebração de luzes. É uma ocasião para comemorar a vitória do bem contra o mal e da luz sobre a escuridão.
Diwali, o “festival das luzes” é o festival mais importante para os hindus ao redor do globo. As lendas atrás do festival são tão variadas, quanto a maneira de sua celebração. O significaso mais comum a todos eles é o tema do triunfo do bem sobre o mal. Em áreas rurais, Diwali significa Festival das Colheitas. Toda colheita normalmente significa "prosperidade". Os fazendeiros celebraram com alegria e ofereceram elogios a Deus por lhes conceder uma colheita boa. Com o tempo, foram vinculados numerosos incidentes históricos e várias lendas são atribuídas a este festival.
Lenda principal - A História de Rama e Sita:
Deus Rama era um grande guerreiro, o Rei que foi exilado por Dashratha, seu próprio pai devido a insistência de sua esposa. Junto com o Rei de Ayodhya, foram ao exílio sua esposa Sita e seu irmão Lakshman. No exílio Deus Rama destruiu seu inimigo o demônio Ravana de Lanka que era uma grande Autoridade altamente inteligente e conhecedora da literatura sagrada, mas dominado pelo mal. Após esta vitória do Bem contra o Mal, Rama voltou ao seu reino Ayodhya depois de de 14 anos no exílio. Em Ayodhya, as pessoas ofereceram boas-vindas iluminando filas de abajures e lamparinas de barro. Portanto , é uma ocasião em honra celebrando a vitória de Rama sobre Ravana; da vitória da verdade contra a falsidade.
A lenda da Deusa Lakshmi: Neste dia, a Mãe Lakshmi que representa a riqueza e prosperidade emergiu do oceano de leite chamado de Ksheer Sagar. Tem-se como verdade que durante a noite a Deusa visitará a casa e abençoará com a boa fortuna. Por isso na noite de Diwali a Deusa Lakshmi é venerada e para oferecer boas vindas a ela todas as ruas, entradas e as casas são ilumunadas com lamparinas de óleo. A fabricação e distribuição de vários doces e delicias vegetarianas é o menu do dia.
Mas a festa além de ter uma forte conotação material também tem um importante significado espiritual. As iluminações do Diwali com diyas (lamparinas) iluminam e trazem brilho sobrenatural carregado de alegria, com intuito e esperança de encontrar a luz na escuridão, alcançando conhecimento onde há ignorância, e espalhar amor entre o ódio. Diwali também é conhecido como o Festival das Luzes. Luz é importante para o Hinduísmo, porque significa consciência e bondade. Antigamente usavam-se as lamparinas de barro mas hoje todos os tipos de emissores de luz são usados, como velas de várias cores e formas, luzes elétricas etc. As quantidades de luzes podem ser comparadas com iluminação do natal no mundo ocidental.
Diwali tem muitas lendas. A iluminação, luzes e diyas significam a expulsão da escuridão e ignorânacia, como também o despertar da luz dentro de nós mesmos. É uma festa da família com muita comida, celebração e veneração. A Deusa Laxmi tem um papel primordial neste festival. O festival ocorre no outono. É celebrado durante cinco dias contínuos dentro os quais cada dia possui sua próprio significado. Diwali é um festival de alegria, esplendor, brilho e felicidade. É o festival das luzes, celebrado no mundo inteiro com grande entusiasmo por todos os indianos. A singularidade deste festival é sua harmonia de cinco idéias diferentes:
O primeiro dia de Diwali
Dhanteras O primeiro dia de Diwali também é chamado Dhanvantari Trayodasi ou Dhanteras. É na realidade o décimo terceiro dia lunar de Krishna Paksh, a quinzena escura do mês de Kartik do calendário lunar indiano. Neste dia, Deus Dhanwantari (Deus da vida e medicina) saiu do oceano com o Ayurveda (o conhecimento da vida) para o ser-humano. Este dia marca o começo das celebrações do Diwali. Neste dia ao pôr-do-sol, os hindus após tomarem banho devem oferecer um deeya (lamparina) iluminado com Prasad (oferenda - doces) para Yama Raj, o Deus da Morte e rezar para evitar a morte intempestiva. Este oferecimento deveria ser feito perto de uma árvore de Tulsi, o Manjericão Santo ou qualquer outra árvore sagrada que normalmente os indinanos tem no jardim ou perto.
O segundo dia de Diwali
Choti (pequeno) Diwali O segundo dia de Diwali é chamado Narak Chaturdasi. Neste dia Deus Krishna destruiu o demônio Narakasur e fez o mundo livrar-se do medo. Neste dia a pessoa deve massagear o corpo com óleo para aliviar fadiga e tensões, tomar banho e descansar de forma que Diwali pode ser celebarada com muito vigor, entusiasmo e devoção.
O terceiro dia de Diwali
Lakshmi Puja (veneração da deusa da riquezas e fortuna) Este é o dia mais importante, quando a Deusa Lakshmi é adorada. Os hindus se banham, vestem as melhores roupas e se unem com os familiares. O Pandit (sacerdote) conduz e orienta a adoração da Deusa divina Lakshmi para receber as bençãos de riqueza e prosperidade, o triunfo do bem contra o mal e da luz sobre a escuridão.
O quarto dia de Diwali
Padwa e Govardhan Puja Neste dia, é executado Govardhan Puja (adoração da montanha Govardhan). Milhares de anos atrás, Deus Krishna pediu às pessoas do vilarejo de Vraja ( hoje Vrindavan) fazerem a veneração da montanha Govardhan em respeito ao reino mineral. A montanha oferecia muitas plantas medicinais, árvores, proteção contra ventos, alimento para os animais, etc. Existe uma outra lenda que diz; Certa vez devido a fúria de Indra (deus da chuva) ocorreu um dilúvio. Deus Krishna aconselhou as pessoas da cidade a se protegerem embaixo da montanha Goverdhan erguida por apenas um dedo do Deus Krishna salvando a vida de todos do vilarejo. A partir deste momento, todos hindus rezam neste dia do ano para a montanha Govardhan.
O quinto dia de Diwali
Bhai Duj (dia dos irmãos) O quinto dia do Diwali é chamado Bhai Duj. Normalmente dois dias depois do Diwali é um dia dedicado a irmãs. Muito tempo atrás, na era Védica, O Yama (Yamraj, o Deus de morte) visitou sua irmã Yamuna. Neste dia ofereceu a ela um Vardan (um benefício) no qual consistia em que aquele que a visitar a irmã neste dia será liberado de todos os pecados alcançando o Moksha ou emancipação final. Desde então, irmãos visitam as irmãs e preocupam-se com o bem-estar delas, trazem presentes etc em contrapartida as irmãs rezam almejando sucesso e segurança para o irmão.
Este dia marca o fim dos cinco dias de celebrações do Diwali.
domingo, 5 de outubro de 2008
domingo, 31 de agosto de 2008
Diálogo entre mim e Julia hoje:
Julia: - Mamãe, toda vez que tiver um "X" desenhado numa praia é sinal que tem um tesouro escondido lá?
Eu: - Não, filha. Qualquer um pode desenhar um "X" na areia. Imagina só, nós estamos na praia e eu desenho um "X" na areia...
Julia: - Aí eu vou cavar, cavar, cavar e cavar!
Eu: - Mas e se você achar um siri?
Julia: - Aí eu enterro, enterro, enterro e escrevo um "S", de siri...
Eu (rindo): - E se você não achar nada? Enterra e escreve um "N" de nada?
Julia: - Não, mãe (rindo muito). Eu deixo o buraco aberto pras pessoas caírem dentro....
Eu: - Não, filha. Qualquer um pode desenhar um "X" na areia. Imagina só, nós estamos na praia e eu desenho um "X" na areia...
Julia: - Aí eu vou cavar, cavar, cavar e cavar!
Eu: - Mas e se você achar um siri?
Julia: - Aí eu enterro, enterro, enterro e escrevo um "S", de siri...
Eu (rindo): - E se você não achar nada? Enterra e escreve um "N" de nada?
Julia: - Não, mãe (rindo muito). Eu deixo o buraco aberto pras pessoas caírem dentro....
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Botando meus sonhos no mundo
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